Pelo que tenho registrado em minha memória, o meu primeiro contato significativo com a leitura foi quando eu cursava a primeira série. Lembro-me da primeira lição de leitura na cartilha. A lição do “L”. Eu não conseguia ler como a professora desejava, então, minha mãe foi chamada a escola e ficou a par do que estava acontecendo. Chagando em casa ela começou a passar algumas horas do dia comigo, lendo e pedindo para eu ler para ela. Com isso a leitura acabou virando um pequeno hábito. Quando comecei a cursar a 5ª série, me apaixonei pelas Ciências. A professora (Maria Lúcia) sempre nos apresentava os conteúdos com uma estória, algumas ela até dramatizava, isso me fez apaixonar pelos livros paradidáticos de Ciências. Adorava ler as publicações da editora Globo. Já no Ensino Médio, cursando o CEFAM, me apaixonei mais ainda pela leitura. As professoras sempre pediam para nós preparássemos aulas (seminários) baseados em alguns livros e com isso a imaginação voava. Um livro que me marcou muito nessa época foi O Peru de Peruca. Apresentei esse livro a umas crianças carentes em forma de teatro. Já na Faculdade, fiquei maravilhado com um dos professores (José Luiz) pela sua capacidade de discussão referente a ensino de Biologia. Segundo José Luiz, ele lia tudo que se referia a Ciências Biológicas, pelo menos o básico dos temas, e isso me levou a tornar-me um leitor de livros e artigos referentes a ensino de Ciências. Hoje leio em média 2 a 3 livros por mês – Livros de Ciências e livros de mágicas. E por falar em leitura de artigos de ciências vai uma dica:
Olá Márcio, lendo seu relato percebi o quanto os professores foram importantes e bons exemplos em seu percurso na iniciação da leitura. Vale refletir sobre os dias atuais, será que os professores são leitores e espelho para os alunos?
ResponderExcluirAbraços
Flávia